domingo, 1 de julho de 2012

GLEISON TIBAU NO UFC 148

Aos 28 anos, Gleison Tibau pode ser considerado um veterano do UFC. Ele estreou em 2006 e acumula 10 vitórias em 15 lutas na principal competição de MMA do mundo. Mas sabe que ainda falta algo a mais para chamar a atenção dos organizadores e conseguir disputar o cinturão dos leves. No próximo sábado, ele poderá ficar mais próximo desta chance.

Seu rival no UFC 148 será o russo Khabib Nurmagomedov, que, apesar de recém-chegado à organização, está invicto em 17 lutas e acumula seis vitórias por nocaute e sete por finalização. Tibau não se assusta e promete usar a sua experiência para nocautear o adversário e tentar impressionar o público e os diretores.

“Ele é só dureza, um cara famoso por ser casca grossa, estilo brasileiro, com um físico muito bom. Ele vem com vontade, é novo e quer ganhar espaço. Mas eu estou vindo de três vitórias. Trabalhei bem o boxe, a que foi onde a gente viu brecha, já que ele é difícil de trabalhar no chão. Então eu quero buscar o nocaute para ver se a organização do UFC gosta e me manda para uma luta de ponta”, avaliou Tibau.
“Vou buscar o nocaute, mas se a luta for para o chão, vou estar tranquilo. Ele tem uma finalização no UFC, mas minha experiência é bem mais alta. Se ele errar, vou pegar ele, ele não vai poder errar”, avisou o brasileiro.

A experiência é o trunfo de Tibau devido à sua trajetória de 15 anos no MMA. Enquanto a maioria dos lutadores começa praticando uma determinada modalidade de luta na infância, Gleison começou direto no vale-tudo, ainda aos 13 anos de idade.
Inspirado nos filmes de Van Damme e Bruce Lee, Gleison viajava 41 km todos os dias de sua cidade, Tibau, até a academia mais próxima em Mossoró, onde treinava com Assuério Silva e Buda. Daí vem o apelido que atualmente virou seu sobrenome no UFC.

Aos 15 anos, Tibau fez sua primeira luta de MMA e venceu por decisão. “Depois dessa luta, botei na cabeça que seria profissional”, lembrou o lutador. Mas o começo não foi fácil. Sem o apoio dos pais, que não tinham dinheiro e nem aceitavam o esporte do filho, Gleison ganhava cerca de 200 reais por luta, e precisava fazer bicos de garçom na praia.

“Foi quando saí de Tibau para morar na academia. Tinha poucas lutas, dava aula particular, puxava treino na academia e esperava aparecer luta. Morei na academia por três anos, foi uma época bem difícil, porque não tinha renda e minha família era humilde”, recordou.

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