sábado, 23 de fevereiro de 2013

LUTADOR REVELADO EM PROJETO SOCIAL NA CADEIA AJUDA LYOTO MACHIDA


O atleta revelado pelo projeto social da Pretorian, Raphael Correa, está sendo peça fundamental na preparação de Lyoto Machida, que encara Dan Henderson, no UFC 157, nesse sábado, 23, em Anaheim, Califórnia, no Honda Center. Raphael está fazendo parte do camp de Lyoto que acontece na Black House, academia localizada na Califórnia.
O brasileiro é um dos atletas que passaram pelo projeto Lutando pela Vida, que recupera detentos do Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, dando-lhes uma profissão e, consequentemente, tirando-os da criminalidade. No final do ano passado, Raphael Correa já tinha feito parte do treinamento de outro brasileiro, Glover Teixeira, que venceu Rampage Jackson, no UFC on Fox, em janeiro de 2013.
Na ocasião, Raphael Correa destacou a importância de ter conseguido sair do país, mesmo sendo ex-presidiário, e a experiência que teve acompanhando o treinamento de Teixeira, também na Califórnia.
Raphael ganhou a liberdade em 2010 e continuou recebendo apoio da Pretorian. Em setembro de 2012, ele fez a sua estreia no MMA contra Alexandre Bam Bam, vencendo-o por nocaute, na primeira edição do Iron Fight Combat, que aconteceu em Feira de Santana, na Bahia. Além disso, já venceu o Campeonato Carioca, Brasileiro e Pan-Americano.
Atualmente Raphael Correia é atleta do Ruas Vale Tudo, equipe chefiada por Marco Ruas e Pedro Rizzo.
Sobre o Projeto Desenvolvido no Complexo Penitenciário de Bangu
O projeto desenvolvido no Complexo Penitenciário de Bangu já reúne quatro academias, com 40 detentos em cada, e não para de ganhar adeptos. Quatro novos centros de treinamento estão sendo criados e nos próximos meses a iniciativa, patrocinada pela Pretorian, chegará a aproximadamente 360 lutadores, divididos em oito unidades distintas dentro do complexo. O objetivo principal é reinserir os presos a sociedade, oferecendo uma alternativa de sustento quando retomarem a liberdade, como lutadores ou instrutores de luta. Para ser contemplado pelo projeto, o detento precisa estar estudando em uma das unidades ou ter completado o segundo grau, além de não poder infringir as regras de conduta. Caso cometa alguma irregularidade, é eliminado, cedendo a vaga automaticamente. Cada aluno tem em média três aulas por semana. Além de atender os detentos, o projeto disponibiliza também duas academias no complexo para os policiais treinarem e desenvolverem suas habilidades no mundo das lutas.
por Assessoria de Imprensa (Press Release)
Foto: Mike Lee – Black House.

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