terça-feira, 27 de agosto de 2013

6 MESES DE FALECIMENTO DA ULTIMA ALUNA DE JIGORO KANO



Única mulher a receber o 10º dan do judô na história, a maior graduação de todas, Keiko Fukuda faleceu aos 99 anos, no dia 9 de fevereiro de 2013, e deixou um legado imensurável para o esporte. Em toda a sua vida, a japonesa lutou pela maior participação feminina na arte marcial e levou a diferentes partes do mundo os ensinamentos do seu fundador, Jigoro Kano, do qual era a última aluna ainda viva.

O Sensei teve a honra de entrevistar a Sensei Fukuda e está produzindo um programa inteiro sobre ela, ainda sem data para exibição. O repórter Rodrigo Albornoz, que foi recebido pela japonesa nos EUA, acredita que o especial servirá de tributo à grande figura de Fukuda.

“Com a correria dos últimos dias, acabei ficando sabendo tarde da morte da Sensei Keiko Fukuda, aos 99 anos, no último dia 9. Essa japonesa era somente a última discípula viva do Mestre Jigoro Kano, o pai do judô”

“No ano passado, fomos os primeiros jornalistas brasileiros a entrevistá-la. O encontro foi em São Francisco, California, e a reportagem ainda não foi ao ar. Agora a matéria vai entrar num contexto que não é exatamente o que imaginamos…mas será uma justa homenagem à lenda”

“Vá com Deus, Mestra. Obrigado!”

Uma história voltada para o judô

Fukuda nasceu em Tóquio, no dia 12 de abril de 1913. Seu avô, Hachinosuke Fukuda, foi membro da classe dos samurais e ensinou ju-jitsu a Jigoro Kano, aquele que fundou o judô japonês em sua escola, a Kodokan, em 1882.

Fukuda entrou na Kodokan em 1935, pouco depois de Kano ter inaugurado as aulas para mulheres. No lugar do casamento arranjado por sua família, preferiu seguir como divulgadora da luta pelo mundo. O seu 5º dan já havia sido obtido em 1953, quando foi convidada para ensinar a arte marcial na California (EUA). Nesta graduação, considerada até então o limite para o sexo feminio, permaneceu estacionada durante 30 anos, à espera do reconhecimento masculino.

Na costa oeste dos Estados Unidos, Fukuda fundou a escola feminina de judô Soko Joshi, que funciona até hoje. Ela deu aulas em países como Austrália, Canadá, França, Noruega e Filipinas.

Em 2006, a Kodokan deu a Fukuda o 9º dan, algo inédito para uma mulher. O 10º dan, contudo, não veio através da Kodokan, mas sim da USA Judo, entidade norte-americana que regula o esporte nos EUA. Antes de morrer, a Sensei dava aulas três vezes por semana em São Francisco, onde morava.

SENHORA DE 62 ANOS RECEBE A FAIXA ROXA DE JIU JITSU


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No dia 18 de agosto aconteceu em Aracaju, o III Circuito Sergipano Solidário de Jiu-Jitsu e é claro que a família GB de Sergipe marcou presença.

Era para ser apenas mais um circuito de Jiu-Jitsu em um Domingo comum na vida dos praticantes e competidores de Jiu-Jitsu. Como sempre a Gracie Barra se destacou fazendo a diferença e prendendo a atenção de todos que estavam ali presentes. Na GB o Jiu-Jitsu é Parar Todos, e Nair Mota de Oliveira, 62 anos é prova viva disso.

Ao lado de seu filho, Danilo Mota da GB Aracaju proporcionou a todos os espectadores do circuito sergipano de Jiu-Jitsu um espetáculo emocionante. E para fechar com chave de ouro foi graduada pelo filho e pela nora. O resto da história quem vai contar é o Danilo. 

“Minha mãe Nair Mota de Oliveira aos 62 anos decidiu se inscrever na competição acima citada, já que não tinham mais inscritas em sua categoria eu Danilo Mota decidi fazer uma luta de apresentação com ela para que a mesma não ficasse sem lutar e como árbitra escolhemos minha esposa Lillian Beatriz para completar a família , minha mãe por sua vez deu um show de técnica e vitalidade e ao final do combate a graduei com a faixa roxa. Durante e depois da luta o ginásio em peso estava em pé aplaudindo, gritando, e tornando aquele momento um dos mais emocionantes da minha história.”  Danilo Mota  - GB Aracaju

Gracie Barra, marcando presença e fazendo a diferença. Parabéns Nair Mota, você é um exemplo, uma guerreira e prova viva que o Jiu-Jitsu GB é realmente Para Todos.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

BENDO SERÁ "BATIZADO". ENTENDA!










Apesar da vasta experiência no mundo da luta, Ben Henderson vai passar por um “batismo” no dia 19 de outubro. O campeão dos leves do Ultimate, que aceitou o convite para disputar o ADCC, fará sua estreia no maior torneio de Grappling do planeta, que será realizado em Pequim, na China.
Mesmo com a faixa preta de Jiu-Jitsu na cintura, graduação que conquistou em junho, “Bendo” tem muito menos vivência no tatame do que nos cages e, por isso, terá que recorrer a seu treinador Augusto Tanquinho para entender melhor as regras da competição.
“Ele vai lutar, está tudo certo. No momento, ele não está tão focado no ADCC por causa da luta com o Anthony Pettis (que acontece no dia 31 de agosto), mas ele vem treinando de tudo, inclusive, Jiu-Jitsu. No outro dia, ele me perguntou sobre as regras do ADCC. É algo sobre o qual ainda precisamos conversar, porque as regras são bem diferentes”, contou, em entrevista à TATAME, o campeão mundial de Jiu-Jitsu.
Antes do ADCC, porém, Henderson colocará seu cinturão em jogo contra Pettis, que já o venceu em 2010 no extinto WEC. Passado o confronto, o campeão do UFC vai se dedicar ao Grappling para estrear com o pé direito no ADCC.

RUSSOS PAGAM US$ 800,00 PARA LUTAREM


Frases famosas do filme "O Clube da Luta" são repetidas pelos participantes e fundadores. "Supere o medo", "Corte os excessos" e "Nós somos de gerações de homens, homens crescidos" (Foto: Cortesia Maria Turchenkova)

Um grupo de russos paga US$ 800 para passar uma semana lutando uns contra os outros em uma casa em Moscou. São homens de negócios, entre 25 e 30 anos, normalmente casados e com filhos, que querem "perder o medo de levar um soco na cara". Mais ou menos como no filme Clube da Luta, dirigido por David Fincher e estrelado por Brad Pitt.

Na trama, o protagonista é apresentado a um grupo secreto que se encontra para extravasar suas tensões e angústias. Como? Em violentos combates corporais. 

Nessa casa em Moscou acontece algo mais ou menos parecidos. Chamado de "New Sparta" ("Nova Esparta"), o projeto foi criado por Igor Lunyakov e Anton Rudakov - chamados de Harry e Razor respectivamente. É que todos os participantes devem escolher um nome de guerra quando participam do treinamento, algo como Lobo, Diretor ou Leopardo.

Da mesma maneira que na trama de Fincher, a preparação não é só física, mas também psicológica. Antes de partirem para a luta, Harry e Razor fazem com que os participantes enfrentem suas próprias fraquezas morais e emocionais, contando segredos que nunca disseram a ninguém ao grupo. "Só assim encontrarão forças para combater seus inimigos internos e, finalmente, acreditarem em si mesmos", relata a fotógrafa Maria Turchenkova, que passou uma semana documentando o projeto.

Ela explica que o intuito do "New Sparta" não é se tornar um lutador, mas se conhecer melhor. "Eles não querem começar a lutar nas ruas ou qualquer coisa assim. A principal ideia é que eles lutem contra seus próprios medos".

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ATLETA DE JIU JITSU APRESENTA MELHORAS



Ainda em recuperação após fraturar a 3ª e 4ª vértebra da coluna em um torneio de jiu-jitsu, o adolescente de 15 anos Gabriel Diniz voltou a sentir os braços e pernas, mostrando evolução em seu quadro clínico.

No entanto, o jovem competidor do Espírito Santo não tem como saber se voltará ou não a andar, já que sua lesão, além de gravíssima, demanda tempo de recuperação, além de muitas sessões de fisioterapia.

O acidente aconteceu no dia 4 de agosto e, desde então, o jovem segue internado, período em que passou por duas cirurgias.
*André Ruoco, estagiário do R7

LUTADOR DO UFC DIZ COMO TORRA A GRANA QUE RECEBE



Charles Oliveira é um lutador de MMA de apenas 23 anos e que está no UFC desde 2010. O talentoso atleta brasileiro é especialista em jiu-jitsu, modalidade que lhe rendeu nove vitórias por finalização em sua carreira. Além disso, ‘Do Bronx’s’ conta com apenas quatro derrotas em seu cartel.

No último dos insucessos, que foi contra o americano Frankie Edgar, Charles conquistou com o ex-campeão dos leves (70 kg) o prêmio bônus de melhor luta da noite, no valor de R$ 100 mil. Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Do Bronx’s ganhou tais recompensas, que, juntas, somam cerca de R$ 400 mil, montante que proporcionou rápida mudança de vida ao humilde lutador, como ele revelou em entrevista exclusiva ao R7.

— Primeiramente, eu investi esse dinheiro para montar a minha academia. Consegui dar aquilo que meu pai e minha mãe sempre quiseram, que foi a casa deles. Comprei também aquilo que eu sempre gostaria de ter, que era um sítio, que é uma coisa que eu sempre quis. Investi nisso aí, e agora estou juntando dinheiro para comprar a minha casa.

Belfort acusa Sonnen de ter medo de enfrentá-lo

Erick Silva prevê nocaute em 30 segundos e revela que rival só tem “plano A” para luta no UFC Barueri

A derrota de Charles para Edgar não foi de todo mal. Na opinião do atleta, a repercussão de seu desempenho teria elevado sua moral com o patrão Dana White e, consequentemente, com a organização pelo fato de perder lutando para frente, pedido sempre repetido pelo presidente do UFC.

— Eu choquei o mundo. Todo mundo achava que eu ia perder no primeiro round, mas não. Foram três rounds de muita pancadaria. Entrei pensando: “É matar ou morrer”. Tomei três knockdowns no último round e, mesmo assim, continuei indo para cima. Toda vez que a gente tem a oportunidade de falar com o Dana [White], ele sempre fala a mesma coisa: “Percam lutando”. E foi o que eu fiz, eu perdi lutando, caindo para dentro.

Acompanhe a página de MMA do R7

Questionado sobre a possibilidade de subir para a categoria dos leves, Charles negou qualquer intenção de voltar a ganhar peso, e afirmou que se sente muito bem competindo entre os pesos-penas (66 kg).

— No momento eu não penso em trocar não. Para mim é essa a categoria, é essa que eu quero ficar. É uma categoria em que eu me sinto forte, me sinto bem. Então, pretendo ficar nela até quando der para mim.

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Charles voltará ao octógono no próximo dia 19 de outubro no UFC 166, que acontecerá em Houston, nos Estados Unidos. Vale lembrar que, neste mesmo evento, o brasileiro Júnior ‘Cigano’ tentará recuperar o cinturão dos pesados contra o americano Cain Velásquez.

O adversário de Do Bronx’s para esse combate será o americano Estevan Payan, que fará a sua segunda luta no UFC e por esse motivo não é tão conhecido entre os amantes do esporte e nem mesmo do próprio lutador.

— Não conheço muito ele. Vi que na última luta dele teve corte e que, mesmo assim, ele foi até o terceiro round, fazendo um grande combate, mostrando que é um cara duro, porque mesmo machucado, ele foi para cima, mas não sei muita coisa dele não, por isso que a gente tem que se preocupar 10 vezes mais para fazer uma luta boa e sair com a vitória.

VITOR BELFORT NÃO ENTENDE O PORQUE DO DESAFIO DO LYOTO MACHIDA

Vitor Belfort UFC MMA (Foto: Reprodução/Facebook)
Uma luta entre Vitor Belfort e Lyoto Machida chegou a entrar nos planos do UFC, mas não foi adiante. O carioca acabou sendo escalado para enfrentar Dan Henderson em 9 de novembro, em Goiânia, e o baiano radicado no Pará encara Tim Kennedy no dia 6 do mesmo mês, em Fort Campbell. Durante os dias de repercussão em torno desse possível duelo brasileiro, Lyoto desafiou o compatriota, enquanto Vitor se manteve em silêncio. Ao Combate.com, o Fenômeno enfim comentou o assunto. Ele disse que não falou sobre isso antes porque estava de férias, garantiu que a luta nunca lhe foi oferecida e não escondeu a surpresa pelo desafio:
- Fiquei muito surpreso com isso. Depois da luta dele no Rio (derrota para Phil Davis), fui um dos poucos que o motivei e me dispus a ajudá-lo com a minha visão. Inclusive, ele e seu irmão já ficaram em minha casa no Rio por um tempo. Realmente não entendi por que me desafiar se ele tinha tantas outras opções - afirmou, em entrevista por e-mail.

Belfort sempre foi muito criticado por defender a luta entre amigos ou compatriotas, mas com a ressalva de que esteja em jogo um cinturão ou seja parte de um torneio ou reality show. E o duelo contra Lyoto não se encaixaria em nenhuma dessas duas situações:
Realmente não entendi por que me desafiar se ele (Lyoto Machida) tinha tantas outras opções"

- Se dois brasileiros chegarem a um momento onde terão que se enfrentar para pegar o cinturão, como foi o caso do Anderson com o Thales Leites, depois com o Demian Maia e comigo, tudo bem, até concordo. Estavam todos atrás de um sonho, o cinturão. Agora, sem objetivo, lutar por lutar, esquece!
Belfort também voltou a provocar Chael Sonnen, dizendo que o falastrão americano deve estar aliviado por não ter de enfrentá-lo, e afirmou que seu braço estará levantado ao fim da luta contra Dan Henderson. Para o brasileiro, o resultado desse combate, válido pela categoria dos meio-pesados (até 93kg), em nada vai interferir na esperada disputa do cinturão dos médios (até 84kg), uma vez que Vitor aguarda ansiosamente o vencedor de Chris Weidman x Anderson Silva, no UFC 168. 

A luta contra o Chael Sonnen não vai acontecer, pelo menos por agora, mesmo com vocês dois vendendo bastante essa ideia. Por que você acha que não foi para frente?
VITOR BELFORT: Acho que o UFC tem outros planos para ele agora. Ele acabou de lutar, e minha luta será em novembro. Ou seja, não teria tanto tempo para o Sonnen descansar, treinar e lutar logo em seguida. No fundo, acho que ele está aliviado e deu graças a Deus (risos).

O Sonnen disse que aceitou o seu desafio. Você acredita nisso?
Quem acredita?
Você também pediu essa luta contra o Henderson. Por que quer enfrentá-lo?
Acho que tem uma história. Já lutamos antes e seria bacana enfrentá-lo novamente.

O fato de você já ter perdido para o Dan Henderson (em 2006) é uma motivação extra para essa luta em novembro?
Na minha vida tudo sempre me motiva. Até quando algo não vai bem, fico motivado a dar o meu melhor para que aquela situação mude. Estava contando os dias para ouvir algo a respeito da minha próxima luta. Agora que fechamos, it is time to smash the grapes (em português: é hora de amassar as uvas).

Assim como você, o Henderson também tem um grande poder de nocaute. Essa luta é certeza de terminar com alguém nocauteado?
No dia 9 de novembro meu braço estará levantado para mais uma vitória.
Claro que ninguém pensa em derrota, mas você acha que o resultado dessa luta contra o Henderson, mesmo sendo nos meio-pesados, pode influenciar na disputa de cinturão dos médios que você tanto espera?
Jamais.

Depois da luta dele (Lyoto) no Rio (derrota para Phil Davis), fui um dos poucos que o motivei e me dispus a ajudá-lo com a minha visão. Inclusive, ele e seu irmão já ficaram em minha casa no Rio por um tempo"
Vitor Belfort

O Lyoto pediu publicamente a luta contra você Ficou surpreso?
Fiquei muito surpreso com isso. Depois da luta dele no Rio (derrota para Phil Davis), fui um dos poucos que o motivei e me dispus a ajudá-lo com a minha visão. Inclusive, ele e seu irmão já ficaram em minha casa no Rio por um tempo. Realmente não entendi por que me desafiar se ele tinha tantas outras opções.

Você estava em silêncio sobre o Lyoto até agora. Algum motivo especial?
Fiquei em silêncio primeiro porque estava de férias, curtindo minha família em uma ilha paradisíaca. E a nossa regra é não ter acesso à internet e ao telefone. E foi isso que fizemos. Depois, o UFC em nenhum momento falou sobre esse oponente comigo.


Sonnen está 'aliviado' por não ter de enfrentá-lo, segundo Vitor
Qual Vitor você prefere: o dos médios ou o dos meio-pesados. Por quê?
Minha mentalidade é a do Carlson (Gracie, seu falecido treinador). Eu, bem preparado e focado, pode vir qualquer um de qualquer peso. Estou no esporte há 18 anos e no início só existiam duas categorias de peso, abaixo de 85kg e acima de 85kg. Foi quando fui campeão mundial do UFC (peso-pesado) pela primeira vez, com 19 anos. Tive que fazer duas lutas na mesma noite. Depois, em 2004, conquistei o cinturão dos meio-pesados. Minha história está feita, mas ainda não acabou. Sempre lutei porque amo, e em tudo o que faço busco a excelência.

Quem é o invicto próximo rival de Anderson Silva no UFC Austrália

Ex-campeão dos médios e referência no MMA internacional, Anderson Silva estará de volta ao octógono em 2019. Com luta acordada verbalme...