domingo, 16 de outubro de 2011

ANDERSON SILVA VIRA JUSTIN BIEBER POR UM DIA


Anderson Silva curte a cada dia no Brasil a fama conquistada pelas as vitórias no octógono do UFC. Declarado amante da dança, o “Spider” deu seus passos por um gesto nobre. Depois de subir no palco de Justin Bieber e dançar no palco com o astro juvenil, o campeão brasileiro imitou o cantor americano no programa Caldeirão do Huck.
No programa deste sábado (15), Anderson participou do quadro “Lata Velha”, onde ajudou a APAE de Montes Claros, cidade do interior de Minas Gerais, a reformar seu ônibus.
“O mais importante é saber que a gente pode ajudar, está sempre disposto a fazer o que sabe em prol das crianças”, disse Anderson, que agradeceu a Luciano Huck pela oportunidade de forma entusiasmada.
A APAE de Montes Claros usava um ônibus velho, com mais de 20 anos, e bastante destruído. Por isso, o professor André Ricardo iniciou uma campanha nas redes sociais para pedir a reforma do veiculo.
Por sua vez, Anderson Silva se mostrou solidário e apoiou a iniciativa do professor. Para garantir a reforma do veículo, o lutador brasileiro teve de dançar o sucesso “Baby” no palco do programa.
PVT

sábado, 15 de outubro de 2011

sonnenGADOR DAR 24h PARA ANDERSON SILVA

Chael Sonnen não tira Anderson Silva da cabeça. Depois de finalizar Brian Stann, no último fim de semana, e pedir novamente uma revanche contra o Aranha, o falastrão utilizou sua conta no microblog Twitter para mandar um recado ao campeão dos médios do UFC.

“Anderson, você tem 24 horas para aceitar a minha oferta. Sugiro que você aceite, a próxima oferta não será tão agradável”, desafiou o lutador.

Chael Sonnen foi quem chegou mais perto de derrotar Anderson Silva no UFC. No combate, que aconteceu em agosto do ano passado, o americano castigou duramente o brasileiro, mas acabou finalizado com um triângulo no último round. Depois da peleja, Sonnen foi flagrado no exame antidoping e o Aranha revelou ter lutado com a costela trincada.
Tatame

TAEKWEONDO BRASILEIRO GARANTE MEDALHA NO PAN

Por Gabriele Lomba Direto de Guadalajara, México
Bastou apenas uma luta. Pré-classificado às quartas de final por ser o quarto do ranking, Márcio Wenceslau assegurou ao menos o bronze, primeira medalha do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Derrotou o uruguaio Mayko Votta e passou às semis da categoria até 58 kg. Como no taekwondo não há disputa de terceiro lugar, ele se garantiu no pódio. Como testemunha, o presidente do México, Felipe Calderón. As semifinais começam às 19h (de Brasília). E o adversário do brasileiro será justamente o mexicano Damián Villa, campeão mundial em 2009.
Marcio wenceslau taekwondo (Foto: Wander Roberto / Inovafoto / COB)
Marcio Wenceslau quer o ouro de presente para filha (Foto: Wander Roberto / Inovafoto / COB)
Há quatro anos, no Rio de Janeiro, Márcio conquistou a primeira medalha no taekwondo no Pan. Levou a prata. Agora, sonha com o ouro.
- Eu sou pai e vou pegar uma medalhinha para a minha filha, que faz aniversário mês que vem. Ela quer uma dourada, é uma menina de ouro - disse.
Márcio começou bem a luta, mas viu o uruguaio empatar em 2 a 2. Nos segundos finais, abriu 5 a 2 em uma série de chutes no rosto e fechou em 7 a 2.
- A primeira luta é muito complicada para todo mundo. Preciso ter um pouco mais de calma porque, como se trata de colete eletrônico, é preciso ter cuidado. Às vezes você acha que o adversário não vai pontuar, mas acaba pontuando - disse.

Brasileira supera dores no joelho na estreia, mas depois cai nas quartas
Kátia Arakaki, da categoria até 49 kg, se despediu nas quartas de final, depois de ter machucado o joelho direito na estreia. Ela perdeu para a americana Deireanne Morales na luta que garantiria a ela ao menos um bronze.
Na estreia, Kátia teve um duelo duro contra a dominicana Yajaira Peguero. A adversária saiu na frente nos primeiros pontos, mas a brasileira reagiu. Quando vencia por 6 a 4, porém, caiu no tatame, com dores no joelho direito. A dois segundos do fim, a dominicana empatou com uma série de chutes. Na decisão do primeiro ponto, a brasileira levou a melhor: 7 a 6.

- Ela bateu por cima da minha perna, mas só doeu na hora. Não houve lesão. Estou 100% - disse a brasileira.
Na segunda luta da brasileira, a maior parte do público já estava deixando o ginásio, incluindo o presidente mexicano. Kátia viu Deireanne abrir 8 a 2 ao acertar dois chutes na cabeça. A americana marcou mais um ponto, e a brasileira se machucou de novo. Levantou-se, mas não havia mais tempo e força para uma virada: 10 a 3.
Globo

DEFICIENTE QUE DESAFIA KILIMANJARO SE PREPARA TREINANDO JIU-JITSU


"Mesmo que não houvesse ninguém sabendo, eu faria a escalada do mesmo jeito." A frase resume a história de perseverança de Kyle Maynard, de 25 anos, que devido a uma doença congênita não tem parte dos braços e das pernas. O projeto de Maynard para escalar os 5.895 metros do monte Kilimanjaro repercutiu na mídia internacional esta semana, e o americano falou ao G1 sobre o desafio, programado para janeiro de 2012.
Natural de Atlanta, no estado da Geórgia, o palestrante motivacional e atleta nas horas vagas também divulgou em primeira mão o vídeo do projeto, postado na internet nesta sexta (14), que mostra cenas de seu treinamento (veja abaixo).
Na entrevista, ele conta como tem se preparado para o que chama de "o maior desafio de sua vida", fala sobre a paixão pelo jiu-jítsu brasileiro, a esperança de vir ao Brasil e a marcante experiência no MMA, além de lembrar de como superou as dificuldades na infância. Leia a íntegra:
G1: Como tem sido o treinamento para o Kilimanjaro? Você se considera preparado?
Kyle Maynard: Minha maior preocupação no momento é aperfeiçoar os acessórios. Quando comecei a escalar, anos atrás, eu usava toalhas amarradas com corda ou presas fita às pontas dos meus braços. Agora passei para pneus de mountain bike forrados com uma espuma. O importante é manter a pele longe das pedras, porque qualquer ferida aberta pode se tornar um problema. Tenho escalado alguns picos na Geórgia e no Colorado, como as Rocky Mountains, com 3,6 mil metros de altitude, mas não tem como simular nada parecido com os quase 6 mil metros do Kilimanjaro. Serão 16 dias na montanha, então acho que vamos fazer o trajeto em um ritmo que seja mais realista para mim.
G1: Você conta com a ajuda da equipe em pontos mais difíceis?
Maynard: Na maioria das vezes eu consigo encontrar um jeito de fazer sozinho. Depende das situações, mas no Kilimanjaro a maior parte do caminho é de tracking, tem menos escalada "técnica". Estamos treinando mais voltados para o tempo, a velocidade, o que vai ser a parte mais difícil mas também a mais divertida.
G1: Quando a equipe vai se deslocar para a África? Há outros deficientes físicos no projeto, certo?
O primeiro esporte que pratiquei foi o futebol americano, ainda criança. Meu principal objetivo era atingir as pernas dos outros com meu capacete. (risos) Isso me levou à luta greco-romana, e depois encontrei o jiu-jítsu."
Kyle Maynard
Maynard: Vamos para a Tanzânia no dia 3 de janeiro, acredito. Temos 10 pessoas na equipe do Mission Kilimanjaro, sem contar algumas pessoas na Tanzânia que devem nos acompanhar. Temos dois representantes dos veteranos de guerras dos EUA, um deles ficou deficiente por conta de um ferimento em combate, o outro devido a um acidente de moto nos Estados Unidos. Eles me ajudam a levar essa mensagem aos veteranos de guerra, o que é um dos objetivos do projeto. Meu pai e um dos meus avós foram das forças armadas, e sempre tive muito respeito pelos soldados. Passei um bom tempo em quartos de hospital com feridos de guerra, e é bom ajudá-los a ver que existe vida após um ferimento.
G1: Em seu site pessoal há uma foto em que você aparece com um quimono de jiu-jítsu com a bandeira brasileira. Você usa o jiu-jítsu para o condicionamento? Já esteve no país?
Kyle é visto ao centro com membros do projeto Mission Kilimanjaro (Foto: Divulgação)Kyle é visto ao centro com membros do projeto
Mission Kilimanjaro (Foto: Divulgação)
Maynard: Jiu-jítsu brasileiro é ótimo porque é uma forma de deixar tudo de lado e me focar naquele treinamento. Faço por recreação, mas é ótimo para o condicionamento cardiovascular, o equilíbrio e outras coisas que ajudam na escalada. Ainda não tive a chance de ir ao Brasil, mas estou esperançoso, tenho conhecido muitas pessoas. Com sorte, posso ir fazer uma palestra por aí, e acho que não irei embora nunca mais.
G1: E sua passagem pelo MMA (mixed martial arts), como isso aconteceu?
Maynard: O primeiro esporte que pratiquei foi o futebol americano, ainda criança. Meu principal objetivo era atingir as pernas dos outros com meu capacete. (risos) Isso me levou à luta greco-romana, e depois encontrei o jiu-jítsu. Passei então ao MMA, mas ainda treinei jiu-jítsu durante cinco anos até resolver lutar no MMA, em 2009. Foi um dos meus melhores amigos do colégio quem gravou e dirigiu o filme sobre essa luta. O mais legal dessa experiência foi ver as diferentes reações, muita gente foi contra. Diziam que seria a "primeira morte televisionada na história do esporte", comentários ridículos, mas a maioria era de pessoas que sequer praticam o esporte e se escondiam atrás de um teclado de computador. Mas as pessoas com quem eu treino, muitos deles profissionais experientes em MMA, me deram todo o apoio para a luta. Eu perdi por decisão dos juízes depois de três rounds, por 27 a 30.
Nem todo mundo quer enfrentar o Kilimanjaro, mas todos queremos algo. Para mim, transmitir isso é muito importante. Mas, mesmo que não houvesse ninguém sabendo, eu faria isso (a escalada) do mesmo jeito, pela experiência."
Kyle Maynard
G1: Você citou experiências no esporte desde criança. Como foi crescer com suas deficiências? O esporte o ajudou a levar uma vida normal?
Maynard: Certamente houve momentos muito difíceis. Mas meus pais me criaram com essa atitude, sempre me ensinaram que eu deveria me ver como uma criança normal, não como um deficiente ou alguém diferente. E acho que as outras crianças passaram a me ver dessa mesma forma. Depois que a gente passava um tempo juntos, jogava videogame ou hóquei de rua ou qualquer outro jogo, éramos só um grupo de crianças normais, como em qualquer lugar.
G1: Diversos internautas comentaram a primeira matéria sobre sua história, elogiando seu exemplo de vida. Impactar as pessoas é um dos seus objetivos?
Maynard: É muito bom passar essa mensagem ao mundo. "Levante-se, pare de reclamar e persiga o seu sonho". Nem todo mundo quer enfrentar o Kilimanjaro, mas todos queremos algo. Para mim, transmitir isso é muito importante. Mas, mesmo que não houvesse ninguém sabendo, eu faria isso (a escalada) do mesmo jeito, pela experiência. Não consigo imaginar como vou me sentir no topo daquela montanha, será marcante.
Foto do site pessoal de Kyle mostra ele após escalar um pequeno monte, treinamento para encarar o Kilimanjaro (Foto: Divulgação)
Foto do site pessoal de Kyle mostra ele após escalar um pequeno monte, treinamento para encarar o Kilimanjaro (Foto: Divulgação

ESTAMOS DE VOLTA 100%

OLÁ PESSOAL NOSSO BLOG ESTÁ DE VOLTA! APÓS UMA TENTATIVA DE INVASÃO DE VIRUS ELE ESTÁ NOVAMENTE 100%!!!!!
CURTAM E MANDE SUAS MENSAGENS!!!
Prof. Wanderson Marcelo

terça-feira, 11 de outubro de 2011

ANDERSON SILVA APARECE TREINANDO JIU-JITSU

Ultimamente visto mais em ações comerciais e programas de televisão do que em um tatame, o campeão dos médios do UFC, o brasileiro Anderson Silva, apareceu treinando jiu-jítsu nesta terça-feira, junto com outros atletas, no Rio.
Vale lembrar que o Spider sofreu uma lesão no ombro antes do UFC Rio e só deve voltar a lutar em 2012. O treino desta terça teve uma foto postada no Twitter peso leve Erick Silva, que também venceu no UFC Rio e costuma treinar com Anderson e Rodrigo Minotauro na academia Team Nogueira.
- Hoje no treino de jiu-jitsu com mestre Sylvio Behring e Anderson Silva.... Nunca serão.... Jamais serão.... - disse Erick, brincando com a frase do Aranha, dita após vencer o japonês Yushinm Okami no Rio e manter o cinturão dos médios.

COM om 40% DO CORPO QUEIMADO, HOLYFILD AFIRMA: "EU ACABEI"

Um mês depois de entrar em sua casa em chamas, o ex-pugilista Reginaldo Holyfield é o retrato da superação. Ainda internado no Hospital Geral do Estado, em Salvador, depois de ter 40% do corpo queimado, Holyfield conversou com a imprensa na tarde desta terça-feira e relembrou o incêndio que atingiu sua casa no início de setembro.
- Foi muito fogo. Entrei no incêndio, caí, bati a cabeça e desmaiei. As crianças estavam no quarto. Estava tudo pegando fogo na sala, tinha um colchão de casal enorme pegando fogo, mais de um metro de fogo. Foi muito doloroso – contou o ex-pugilista.
reginaldo holyfield chora ao falar sobre volta ao boxe (Foto: Reprodução/TV Bahia)Holyfield chora ao falar sobre retorno aos ringues (Foto: Reprodução/TV Bahia)
Na ocasião, Holyfield entrou em casa para salvar os sobrinhos, que haviam ateado fogo a um colchão por acidente. A mãe do ex-boxeador, dona Maria de Lourdes, também estava no local e contou o que aconteceu:
- Eu gritei: “Reginaldo, levante aí que Mariana está me gritando”. Quando ela subiu a escada correndo, ele meteu o pé na porta. A casa estava em chamas. Ele entrou, foi no banheiro, pegou água e jogou em cima de tudo. Ele saiu pra respirar lá fora e voltou. Eu já estava lá fora, entupida também por causa da fumaça. Aí quando ele voltou, escorregou na porta. Ele já tinha salvado as duas crianças. Eu vi as chamas no corpo dele – afirmou Maria de Lourdes, após o incêndio.
Nesta terça-feira, Holyfield revelou o que o fez entrar no meio das chamas e afirmou que não se sente como um herói por causa do episódio.
- Não sei como minha mãe passou. Quando eu caí, ela passou na minha frente. Quando eu ouvi os gritos dos meninos de sofrimento, eu pensei que meu sobrinho tinha morrido e levantei desesperado. Quando eu cheguei lá era pior: era um fogo imenso. Eu não enxerguei nada. Não sei como minha mãe conseguiu passar por mim. Realmente não tomo título de herói, porque é minha família. Acho que eu faria isso por qualquer pessoa naquela situação. Na hora, a gente não mede o sofrimento. É a necessidade – disse.
reginaldo holyfield no hospital após ter corpo queimado (Foto: Reprodução/TV Bahia)Holyfield agradece carinho dos admiradores
(Foto: Reprodução/TV Bahia)
Em recuperação, o ex-pugilista ainda tem a perna imobilizada por causa dos ferimentos. As mãos, que outrora lhe renderam títulos e glória, carregam agora as marcas deixadas pelo fogo. Ao ser questionado sobre um possível retorno aos ringues, Holyfield apenas chora e, entre os soluços, o que se ouve é sofrimento.
- Eu acabei. O esporte para mim não tem mais sentido. O fogo me derrubou. Mas não tenho arrependimentos. Como lutador, ganhei muitos títulos. Sou Holyfield hoje graças ao boxe – lamenta.
Ainda abalado, Holyfield conta como está sendo o processo de recuperação. Na cadeira de rodas, o ex-pugilista tenta traduzir em palavras a dor de ter 40% do corpo atingido por queimaduras de 2º e 3º graus.
- A recuperação é lenta e dolorosa. Nunca imaginei passar por isso. Nunca tive medo de nada, não lembro de ter chorado. Agora, todos os dias choro e grito de dor na hora de trocar os curativos. O banho é um pesadelo. Não consigo segurar nada com a mão, porque não tenho força – relatou.
O ex-pugilista ainda vai passar por uma cirurgia na perna e no pé esquerdo para reparar os danos causados pelas queimaduras. Ainda assim, em meio às dores da recuperação, Holyfield agradece o carinho recebido pelos fãs durante o período difícil e deixa no ar o desejo de colocar em prática, em breve, um projeto que pode perpetuar seu nome no mundo do esporte.
- Tenho o projeto de fazer grandes campeões. Nas próximas Olímpiadas, eu tenho certeza de que vai ter gente do meu projeto lá – finalizou.

Quem é o invicto próximo rival de Anderson Silva no UFC Austrália

Ex-campeão dos médios e referência no MMA internacional, Anderson Silva estará de volta ao octógono em 2019. Com luta acordada verbalme...